01 agosto 2012

Simplifique!


Vivemos numa época cheia de novidades e de intensa evolução tecnológica. Entretanto, muitas vezes me pergunto o quanto destas novidades são realmente evolutivas. Vamos pegar como exemplo a onda dos tablets. Tem gente usando tablet como celular! Você já viu alguém carregando um tablet? É confortável? Cabe no bolso? Parece normal e estético falar com aquele treco em frente do rosto? 


Há apenas alguns anos, a moda era ter celulares cada vez menores e portáteis. Hoje em dia, é difícil não ver um tijolo fininho, mas grandão, colocado na mesa durante uma reunião.

Pode ser que você não concorde comigo e neste exato momento esteja pensando o quanto estou sendo retrógrado, mas realmente não vejo utilidade para um monte de coisas sendo lançadas por aí. Outro exemplo? Porque comprar uma televisão que entende o comando de voz, se você não tiver nenhum problema de movimento ou locomoção? Qual vantagem existe em dizer “liga” ao invés de apertar o botão do controle remoto? Para dizer a verdade, até os  controles remotos das TVs me geram problemas, pois eles tem a mania de se perderem no sofá ou em algum canto da sala – e no meio da tensa procura, me resta o pensamento reconfortante de lembrar que posso simplesmente me levantar e mexer nos botões da própria televisão. OK, agora você pensou que com uma TV com comando de voz eu não precisaria procurar o controle remoto nem me levantar do sofá, certo?

Bem, eu vendi tecnologia durante boa parte da minha carreira como funcionário de multinacionais, mas devo fazer uma confissão, que muitos dos meus alunos já ouviram em minhas aulas: eu odeio tecnologia! E talvez tenha sido exatamente esta característica que sempre me fez vender bem produtos e serviços tecnológicos, pois sempre procurei simplificá-los.

Sempre busquei focar no que estes produtos faziam, ao invés de suas características, além de procurar traduzir em linguagem leiga todos aqueles jargões técnicos. Isto me facilitava um monte falar com as pessoas que realmente decidiam, fazendo-as entenderem o que estavam prestes a assinar - ao invés de ficar falando com influenciadores técnicos, que quase sempre não tinham o real poder de compra.

Acredito piamente que a vida pode ficar melhor se buscarmos a simplificação em nosso dia-a-dia. Anos atrás, resolvi fazer uma caminhada de 241 km entre as cidades de Santana do Parnaíba e Águas de São Pedro, no Estado de São Paulo. E uma das coisas que aprendi nesta jornada é que realmente precisamos – e devemos - levar poucas coisas em nossa mochila. Este foi um dos ensinamentos que ficou desta aventura: pensar seriamente sobre o que é indispensável para vivermos felizes.

Estes pensamentos sobre simplificação e tecnologia me vieram à cabeça neste final de semana, em função de algumas mensagens que chegaram quando lancei no mês passado a proposta das Aulas-Encontro.  Muitos leitores do blog sugeriram que eu lançasse as aulas também por internet. Perfeito, eu reconheço que com a internet poderia atingir pessoas de fora de minha localidade. Mas acredito que um ponto importante da Aula-Encontro pode se perder com a utilização da internet como mídia: o calor humano. A possibilidade de estar diante dos alunos e realmente poder capitar e sentir as vibrações pessoais durante uma troca de ideias é inigualável. Por internet, para mim, parece como namorar e casar por correspondência...

Tempos atrás – mais ou menos uns 12 anos – , tive um contato intenso com o Budismo Tibetano. E uma das coisas que me surpreenderam nesta prática foi a questão da tradição oral: os ensinamentos são passados pessoalmente pelo Lama aos praticantes. A presença do Lama é necessária, inclusive, para que se consiga aprender a ler corretamente os textos budistas, que são colocados muitas vezes fora de ordem para proteção da prática. Quando algum praticante tem alguma pergunta e se dirige a outro mais experiente, a resposta padrão que se ouve é: "pergunte ao Lama". Talvez sejam estes detalhes que façam estes ensinamentos permanecerem íntegros e confiáveis há milhares e milhares de anos.

Pois é, o que busco neste momento com as Aulas-Encontro é a possibilidade de contato direto e pessoal com os alunos que desejam ter seus questionamentos tratados de forma direcionada e direta. É uma oportunidade de poder trabalhar as bases necessárias para que os conceitos e práticas sejam compreendidos corretamente  –  e no ritmo de cada grupo  –  e assim ajudar cada vez mais pessoas a terem uma vida mais produtiva e com resultados melhores. Simples, direto e sem parafernálias.

Ficam, então, as Aulas-Encontro restritas, neste momento, àqueles que estejam em São Paulo, ou aos que se disponham a vir para cá de quinze em quinze dias, passar meio período de conversa extremamente produtiva. No futuro, quem sabe, em me renda à internet ou ao que venha depois dela…

Para aqueles que tenham interesse e ainda não enviaram suas inscrições, um lembrete: elas se encerram dia 15 de agosto. Para saber mais, visitem o site da SaleSolution ou enviem seu e-mail para o salesolution@salesolution.com.br .

Um grande abraço e até o próximo post!

Renato Romeo

PS: Gostou da postagem? Então, deixe seus comentários aqui no próprio blog e divulgue-o a todos que possam se beneficiar dele!

PS2: Recebi um e-mail com algumas fotos que realmente preciso adicionar a este post, pois exemplificam muito bem a nossa conversa:
Olha esta:
Só mais esta:

Bem, me veio a seguinte questão na cabeça: se vendas e negociação dependem em muito do contato humano, será que as próximas gerações - ou mesmo as atuais que estão chegando ao mercado de trabalho - vão precisar serem treinadas a como interagirem de forma presencial com outros seres humanos, do mesmo modo que antigamente tivemos que aprender a datilografar? É piração minha ou é real e pode acontecer?

19 comentários:

  1. Prezado Romeo,

    Concordo em alguns aspectos e em outros preciso refletir melhor para formar uma opinião, porem existe uma questão que você citou que concordo inteiramente, as relações humanas precisam continuar existindo e principalmente multiplicando-se. Toda essa facilidade tecnológica que existe hoje, nos leva ao distanciamento das pessoas e o que verdadeiramente importa, pelo menos em minha opinião, “olhar no olho” do outro e após conhecer o que ele “precisa” de você, de sua empresa, pois sem isso basta criar sites de auto compra e venda.

    Mesmo dentro das empresas, busca-se o “resultado” com exaustão, e a figura humana, a “conversa” diária em busca de melhoria, alguns “ajustes finos” que podem evitar complicações, perda de negócios, ou dificuldade e finaliza-los não vêm acontecendo mais, muitas vezes por conta da “falta” de tempo, ou da “frieza” de algumas ferramentas, muitas boas por sinal, como e-mail e sms, mas que para tratar de assuntos ligados a “emoção” é pouco eficazes, sendo ainda o contato pessoal, o melhor e mais eficaz ferramenta.

    Infelizmente por questões de deslocamento, nem sempre é possível estar presente fisicamente em um Encontro e ou Reunião, mas existem questões sendo tratadas com distanciamento que, em minha opinião não deveriam, pois acredito piamente, que por exemplo, o fechamento de um negocio não é o fim, e só ocorre se houver relacionamento, pelo menos só continuara acontecendo se o relacionamento for uma via de mão dupla.

    Pena ainda não conseguirmos ter um “tele transporte” para vencer a barreira do tempo e locomover grandes distancias à velocidade da luz, mas acredito que isso deve se resolver em pouco tempo, rsrsrs.

    Agradeço por seu texto, que vem de encontro a vários questionamentos presentes em meu atual momento.

    Forte abraço.

    Rodrigo Souza
    Gerente de Negócios

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  2. Rodrigo,
    Adorei seu comentário e agradeço muito sua franqueza. Acredito que muitos podem se beneficiar de seus pensamentos.
    Um grande abraço!
    Renato Romeo

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  3. Renato, boas!

    Contatos via internet aproximaram grandes distancias, assim como o telefone ou as antigas cartas escritas.
    O problema é que as pequenas distancias estão sendo alongadas. Por vezes, me pego enviando sms a alguem que está a poucos passos.
    Enfim, há que se reprogramar. E o seu texto teve esta função para mim.
    Repensar.
    Quanto aos "ajustes finos", para mim o sms resolveu muito mais que a ação ao vivo. Muitas vezes, o chefe está com o tempo lotado para uma prosa-negócio e uma resposta via texto vira uma mão na roda para ambos.
    Equilíbrio. Eis o desafio.
    Valeu, caro mestre.

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  4. Pois é Pablo, tem vez que ajuda. Mas me pego pensando nos tempos que tinha 17, 20 anos. Tínhamos uma turma bacana no bairro e nos encontrávamos toda sexta, sábado e domingo para descobrir o que fazer. Não havia celular, fax, notebook, internet e tudo mas. Até orelhão em rua e telefone em casa eram raridades. Mas nos encontrávamos sempre, combinávamos onde ir, trocávamos ideias etc etc etc. Hoje fico até pensando como conseguíamos nos comunicar tanto e estarmos tão próximos sem os recursos tecnológicos hoje disponíveis.
    E talvez seja por isto mesmo: não havia recursos e éramos "obrigados" a interagir como seres humanos "normais".
    Te confesso que tenho super amigos hoje em dia, que vivem em minha cidade, mas não vejo ou interajo pessoalmente com eles há meses ou anos. Trocamos e-mails, existem algumas ligações, até combinamos o velho "vamos tomar um chope" ou "fazer um churrasco lá em casa"... mas o encontro acaba caindo no vazio do esquecimento e nas atribulações do dia a dia...
    Abração e obrigado por compartilhar!

    Renato Romeo

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  5. Olá Renato,

    Concordo com o Pablo no quesito equilibrio, acredito que a tecnologia cada vez mais irá facilitar nossas vidas de alguma forma, porém como você menciona não podemos deixar as relações pessoais, trocar um aperto de mão por um simples "oi" via chat, telefone, e-mail ou qualquer outra ferramenta nunca vai ter a mesma intensidade.

    Recentemente tive uma experiencia parecida, pedi a um cliente para fazer uma visita afim de entender melhor sua necessidade, ao chegar até lá ele me informou que ficou surpreso com meu pedido, pois todas outras empresas as quais havia feito contato só enviaram a proposta de locação e pronto.

    No final ainda é importante este olho no olho, porém também se muitas vezes podemos usar a tecnologia como aliada porque não nos rendermos a ela.

    Abraços

    Julio Cesar

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  6. Fim dos tempos, Julio, fim dos tempos... rs...rs...rs

    O grande problema dos vendedores era conseguirem ser recebidos pelos clientes... Agora temos clientes com saudades de serem visitados pelos vendedores...

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  7. Perfeito Renato.
    Trabalho com uma minúscula consultoria de Gente em Ribeirão Preto-SP, focada em treinamento e desenvolvimento no pequeno varejo. É incrível como se investe uma fortuna em tecnologia, equipamento mirabolante, moveis sofisticados e péssimo atendimento. Gastam também uma fortuna em rescisões trabalhistas pois o Turn Over é astronômico. Tenho pena dos funcionários que são ridicularizados pelos clientes e "PATRÕES", sem nenhuma culpa, pois são "JOGADOS" em suas funções sem nenhum preparo e sobra pra eles todas as reclamações. Uma vez que a empresa cria na mídia uma expectativa colossal e os clientes em contato com o varejo não percebem isso, pior, cobram muito mais. Tem uma bagueteria por aqui que o funcionário não sabia usar usar a sofisticada máquina de café, nem ele, nem o encarregado e nem o gerente do Cyber Café. Virou piada diante da grandiosidade da casa e da proposta por ela propalada.Inovar, sim. tecnologia sim. Mas simplicidade, atenção e atendimento não tem preço. Forte Abraço, Alberto.

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  8. Alberto, acabei de adicionar um segundo PS ao post original. Dá uma olhada, acho que as fotos falam por sí só e exemplificam muito do que estamos conversando...
    Abração e obrigado por compartilhar!
    Romeo

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  9. Renato muito bom o seu post, nos leva a refleti sobre o tema. Como comentei no PME acho que o balanço entre as formas de comunicação, direta e indireta é que nos leva a perfeição . Veja sem as novas estruturas de comunicação, muitos negócios não seriam viáveis , pelo custo de uma visita de um representante. Tenho no meu blog vários exemplos www.sallesbusiness.com .... Vc esta convidado a visitar !,!

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  10. Dagoberto, será um prazer!
    Abraços
    Renato Romeo

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  11. Blz Renato?
    Jóia seu post. Provocante para uma auto-análise. Também concordo com as idéias do Pablo Furii e do Julio Cesar.
    Se a humanidade evolui, MUITO rapidamente, então também as vendas!
    Se lembrarmos que no início da revolução industrial haviam filas enormes de consumidores por qualquer produto industrializado, hoje é o total inverso! Então cabe pensar que no futuro o sucesso em vendas será uma premissa de ADAPTAÇÃO (já dizia Darwin), ou seja, qualquer que seja a parafernália tecnológica que estiver à moda, vendedores que se virem, que se tornem especialistas em interação humana quaisquer que sejam os meios . . .
    Parabéns pelo post Renato Romeo!
    abração
    Sidney Osviani

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  12. As vezes me surpreendo rindo sozinho quando estou me arrumando para visitar um cliente, me vem a mente a clássica cena de Sylvester Stallone no filme Rambo se enchendo de facas, cartuchos de munições, metralhadora, pistolas, etc. Sigo o mesmo ritual em relação aos meus acessórios e gadgets. Mas ao chegar nos clientes, mal uso o relógio. rsrs
    Bem, outro dia um amigo narrou uma situação rídicula que viveu ao procurar o significado de algumas palavras. Ele contou que depois de ligar o notebook e apanhar junto com o filho para fazer o roteador funcionar, sem sucesso, ele teve um insight: ele lembrou que num canto empoeirado de sua estante havia um dispositivo chamado "Dicionário". Pois é amigos, precisamos perceber que é muita forçação de barra tentarmos viver como os Jetsons.
    Por isso parabenizo o Renato pela organização das Aulas-Encontro.

    Abração a todos.

    Alex Vilela

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  13. Caros Sidney e Alex,
    Como escrevi agora há pouco numa discussão da Rede Exame PME, onde lancei também esta discussão e pegando carona na sabedoria oriental, acredito que "o caminho do meio" é o mais indicado - o grande pensamento que deu origem à doutrina budista -aconteceu quando o Buda histórico, Sidarta Gautama, viu um pescador no seu barco, orientando um garoto ao trocar as cordas de um instrumento. "Se esticar demais, a corda quebra, se deixar frouxa, ela não toca...". Ele então despertou de sua meditação profunda e de anos e iniciou a sua jornada.

    Meu ponto não é contra a tecnologia ou mesmo ser retrógrado, é contra a tecnologia que não serve para nada e contra o exagero que acaba não servindo para nada também.

    Um grande abraço e obrigado por compartilharem!

    Renato Romeo

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  14. Renato, o tema é bem polêmico e engraçado como a discussão bem humana está ocorrendo em um blog e não em uma sala de aula....
    Felizmente ou infelizmente o tempo encurtou e os interesses diversos aumentaram. Ainda bem que temos tecnologia que nos ajuda a acompanhar esta roda viva e os jovens estão cada vez mais se preparando para isso.
    Eu espero me adaptar a toda a tecnologia que está por vir e aprender que o processo de inovação visa tirar as pessoas de atividades inúteis (como procurar o controle remoto) e poder desfrutar de mais tempo para o que realmente interessa. Será que realmente aprendemos alguma coisa quando gastávamos tempo copiando 100 vezes a mesma palavra para aprender a grafia? Será que faz falta não saber soltar pipa? Ou brincar de esconde-esconde?

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  15. Querido desconhecido, realmente tecnologia ajuda. A roda, pode exemplo, quando foi inventada ajudou e ainda ajuda. E a roda foi um grande avanço para a sua época.

    A questão é a tecnologia pela tecnologia. Que grande avanço existe em não levantar para procurar o controle remoto, que não seja o avanço de peso?

    Lembro-me de copiar 100 vezes algo, mas não para aprender a grafia, pois aprendíamos antes disto, mas por ter feito algo que a professora não gostou... e dá-lhe castigo... Pelo que me recordo, acho que tomei uns 2 ou 3 destes, onde tive que escrever UM CADERNO INTEIRO - tá bom era pequeno, daquele tipo brochura - frases do tipo "prometo não perturbar mais na aula...", "prometo não desrespeitar mais a professora..." e o diabo a quatro.

    Em relação a soltar pipa, só posso dizer uma coisa: tente. Você verá o quanto é gostoso ver a pipa no céu, ao sabor do vento. Se tiver filhos, verá que é impagável o sorriso das crianças tentando controlar aquele pequeno objeto no ar. E verá também como é bom ao final do dia ver eles coradinhos, depois de tomarem um bom banho. Bem diferente se eles tivessem ficado o dia todo jogando vídeo game. E olha que eles tem, mas fica agora parado na sala, só usado quando os amigos pedem e todos jogam em turma.

    Graças a Deus, a pipa aqui em casa ganhou do vídeo game...

    Abração e obrigado por compartilhar!

    Renato Romeo

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  16. Renato muito bom dia.
    A tecnologia não vem para nos atrapalhar, mas sim para nos servir. A palavra chave para mim é a automação.
    Automação é quando conseguimos simplificar um trabalho que antes demorávamos mais tempo para fazer.
    Eu me lembro de quando saia para visitar meus clientes por volta de 88 a 94 com 5Kg de catálogos, quantas visitas desmarcadas na recepção do cliente que não conseguiu me avisar, quantos orelhões que tive que parar na rua (com ficha claro), quantos blocos de orçamento e pedidos. Olhando tudo isso, não tenho saudade nenhuma desta época.
    Desde 1995, tivemos uma forte e rápida evolução: Celulares, internet, capacidade de armazenamento, velocidade de conexão, redução dos tamanhos dos equipamentos, etc.....
    O grande cuidado é para que não viremos escravos da tecnologia.
    • Organização:
    Para nós da área de vendas, a organização é obrigatória. Sendo assim eu sempre trabalhei com tecnologia para me ajudar a controlar minha agenda, os contatos, as tarefas etc..
    Acostumei-me a não usar a agenda de papel e marcar rotinas nos compromissos do outlook com sincronização com o Smartphone.
    • Uso do e-mail
    Uma questão especial quanto ao uso do e-mail: Assim como o celular, não tem mais como alguém não possuir uma ou mais contas de e-mail.
    No mundo corporativo, é comum percebemos que nosso tempo está comprometido com a leitura e o envio de e-mails. O que era para ser uma ferramenta para se ganhar tempo, hoje de uma forma inversa, nos consome com assuntos que muitas vezes são desnecessários.
    Para um bom uso do e-mail, é fundamental o cuidado de não exagerar. Não podemos ficar mais do que 30% do dia no e-mail ou você perde produtividade. O erro mais comum é de não resolver problemas pessoalmente.
    Quanto ao uso do Tablet . Realmente Tablet não dá para usar como telefone, mas acho interessante para algumas funções:
    • Acesso a internet rapidamente. Uso para consultar clientes, mapas, Pagamentos de banco. É muito mais prático do que o lap top.
    • Apresentações em clientes. É possível levar catálogos e apresentações corporativas.
    • Respostas rápidas de e-mail. É bem mais prático que o smartphone para digitação e para os quarentões que não enxergam de perto é bem melhor....
    • Skype – para viagens, é muito prático conversar com alguém por vídeo. No tablete é muito mais prático e rápido do que o laptop.
    • Ocupa muito menos espaço e evita de em viagens ou em clientes ter que levar malas enormes com rodas.
    Smartphone – Uso o Blackberry como ferramenta de trabalho. O interessante é manter sua agenda de contatos do outlook em dia. Assim quando quero ligar para alguém basta digitar o nome. Ainda serve de backup para o Outlook.
    Quando a tecnologia passa ser um estorvo? Quando você fica refém e viciado nela.
    Irrita-me profundamente as pessoas no facebook colocando cada passo de sua vida com informações inúteis que ninguém está interessado em ver. Neste caso é uma perda de tempo e energia de quem faz e de quem lê.
    Ficar também sem parar nos chats, torpedos, e-mails na palma da mão de forma que você acorda e já vai ver se chegou uma nova mensagem, é caso para agendar uma consulta no psicólogo!
    Contato Humano – Renato, as fotos que você colocou falam por si só. Como mencionei acima, o contato é fundamental. Não existe venda sem visitas. As pessoas compram pela confiança de te receber e de certa forma pela empatia.
    A tecnologia não substitui o contato direto. Por outro lado ajuda a você a ganhar tempo para estar mais vezes junto aos seus clientes. É uma balança do uso do tempo.
    Espero ter contribuído!
    Um grande abraço

    Claudio Falcão.

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  17. Querido Claudio, contribuiu sim, e muito. É por ai mesmo! Suas palavras retratam o grande âmago da questão. Um grande abraço!
    Do amigo, Renato Romeo

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  18. Caro Renato,
    Até por não estar permanentemente conectado em todas as redes sociais fazia algum tempo que não passava pela RS da Exame. Foi lá que encontrei o link para esta mensagem.
    Em minha opinião tudo é permitido, nada pode ser proibido!
    A diferença está na dosagem. Não dá para ficarmos dependentes de tecnologia (e hoje já somos dependentes em várias disponibilizações que a mesma nos proporciona, como energia elétrica, por exemplo).
    Devemos usar sempre que sentirmos que ela nos proporcionará mais conforto, mais tempo com nossa família, mais tempo conosco mesmos...
    Acho fundamental, entretanto, mantermos sempre o conhecimento sobre os caminhos alternativos... As formas de chegarmos onde queremos sem uso (ou impossibilidade de uso) da tecnologia.
    Manter nossa mente constantemente aberta às novas tecnologias, sem que isso represente uma atitude fóbica de tê-la...
    Gostei do seu texto e dos comentários.
    Abraços do

    Antonio Siqueira

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