16 dezembro 2010

Por que você faz o que faz?

Há algumas semanas, fui surpreendido com esta pergunta, feita durante um treinamento por um aluno, gerente de contas-chave de uma empresa farmacêutica – na verdade uma empresa global, que está entre as 50 maiores companhias dos Estados Unidos e entre as 100 maiores do mundo. Ele se aproximou, junto com outro participante, e disparou: “Romeo, desculpe-me perguntar, mas porque você faz o que faz?”.

Confesso que a pergunta me pegou de surpresa, me obrigando de bate-pronto a uma reflexão profunda, no curto espaço de tempo de um simples coffee-break. Entretanto, senti que a questão exigia uma resposta que viesse do coração e não simplesmente uma socialmente aceita. E não foi fácil. Procurar as relações de causas e efeitos de algo que faço há mais de 12 anos e estruturar uma resposta breve e verdadeira foi intenso. Você já fez esta pergunta a si mesmo? Aconselho que faça, pois é um exercício muito interessante! Bem, talvez pela intensidade sentida, resolvi compartilhar a resposta com os leitores do meu blog.

Ao responder aos dois alunos, a primeira coisa que me veio à mente foi a história de vida de meu pai. Ele tinha uma empresa que faliu poucos anos antes de eu nascer. Após isto, ele foi trabalhar como vendedor, não tendo muito sucesso nesta atividade. Acontece que eu cresci ouvindo de soslaio as conversas dele com minha mãe na cozinha de casa. Em geral, elas giravam em torno da próxima grande venda que resolveria todos os problemas financeiros da família. O fato é que os anos foram passando e a tal grande venda nunca veio. Um sentimento muito grande de impotência acabou permeando a minha infância, pois, apesar de querer, eu não via como poderia ajudar minha família. Hoje, entendo que com uma família grande e sem acesso à informação, ele fez o que pôde. Meu pai era um ótimo cozinheiro, gostava de contar piadas e era generoso ao extremo. Lembro que todos os mendigos da rua vinham a ele para filar um cigarro ou alguns trocados. Percebo que minha atividade certamente está relacionada com minha vontade de ajudar meu pai. Talvez, se tivesse aparecido na vida dele alguém que fizesse o que eu faço hoje, ele teria tido mais sucesso em vendas. Fazer o que eu faço é uma oportunidade de resgate.

Outro ponto que surgiu no meio dos meus pensamentos, à medida que formulava minha resposta, foi o fato de que nunca fui bom jogando bola ou cantando. Logo percebi que o caminho para sair da pobreza seria os estudos. Ainda bem que, na época da minha formação básica, as escolas públicas e gratuitas tinham um ensino muito bom. Estudei em uma escola municipal do primário até o ginásio. Embora ela ficasse do lado de uma pequena favela, a diretora da escola morava na própria escola, que era extremamente bem cuidada. Todos os filhos dela estudavam lá e não em escolas particulares. Na completa impossibilidade de viajar ou passear, pela simples inexistência de dinheiro, passava longas tardes na biblioteca pública do bairro, lendo ou escolhendo livros para ler em casa. Com 11 anos de idade, já tinha lido toda a coleção do Monteiro Lobato e da Agatha Christie, fora outros tantos livros que adotei como companheiros das horas livres e das férias. No colegial e na faculdade, também fui para escolas públicas, só que concursadas. A opção era uma só, estudar até rachar a testa e entrar em escola gratuita, ou ficar sem estudos. Devo também a este segundo ponto a profissão que exerço hoje, que se baseia na transmissão de conhecimentos adquiridos sobre a profissão de vendas.

Uma terceira questão que veio à tona foi o fato de eu ter sido o filho caçula, com uma diferença boa de idade dos meus irmãos – o mais velho tem quase 20 anos a mais que eu. O fato é que eu me sentia uma criança isolada, convivendo com irmãos adolescentes e adultos. Isto, somado à falta de dinheiro, acabou criando em mim uma mescla de timidez e superação. Tinha o desejo de resgatar as boas coisas da vida que não tive a oportunidade de desfrutar, mas para isto, precisava me esforçar e superar a timidez e a sensação de inferioridade diante dos que tinham uma melhor condição econômica. Sei hoje que a maioria das famílias não é assim e que a diferença de idade entre irmãos não implica necessariamente na distância emocional que eu sentia.

Seja como for, por causa disto, comecei a me esforçar para me comunicar bem. Ganhei concursos de leitura em voz alta – pois é, tinha isto na minha época de primário – e quando adolescente, comecei a ler livros sobre como falar em público, sobre retórica e persuasão. O que encontrava a respeito de como se comunicar com os outros, eu lia. Também fiz teatro no colégio; e dos 16 aos 18 anos, ganhei dinheiro fazendo bicos em festas de criança. Nelas, interpretei de tudo, de palhaço a mago Merlin. Cheguei, inclusive, a fazer um esquete como o Barbeiro de Servilha no Clube Juventus, aqui em São Paulo. Era o dia das crianças e havia, literalmente, milhares delas assistindo ao show. Quando acabou a peça, quase apanhei nos bastidores do cara que ficou sentado na cadeira, levando espuma de barbear e baldes de água na cara, enquanto a criançada rolava de rir. Ossos do ofício… Acredito que a profissão que escolhi também foi influenciada por isto. Ainda hoje, quando a timidez surge, penso que estou com a pintura de palhaço e ninguém vai percebê-la.

Confesso que a figura da minha mãe também me veio à mente, com toda fé e temor a Deus que ela sempre teve. A possibilidade de ajudar milhares de pessoas a terem uma vida melhor, ao trazerem mais resultados para dentro de casa, me dá tranquilidade e orgulho. Tranquilidade porque fazer o bem para o próximo é a base de toda religião coerente e de bons princípios, seja ela qual for. Orgulho, porque sempre me lembro do rosto da minha mãe, quando ela vê que o nome ou a foto do filho caçula saiu publicado em algum lugar – aliás, você precisava ver como ela ficou na noite de autógrafos do livro Vendas B2B!

Por último, o que faço tem uma estreita relação com a inconformidade. Sempre fui um aluno e um funcionário inconformado. Quando sentava numa cadeira de escola, ficava me perguntando por que quem estava ensinando não se esforçava para fazer o melhor possível. Quando trabalhava como funcionário, aprendi muito com os chefes ineficazes que encontrei no caminho – não foram todos, mas também não foram poucos. Somente depois que meu pai faleceu, tomei coragem e aceitei um convite para trabalhar formalmente em vendas. Meu futuro gerente passou um dia inteiro me convencendo que eu “dava pra coisa” – eu simplesmente tinha pavor de virar vendedor tal qual meu pai.

Comecei então a presenciar uma série de erros no dia-a-dia de vendas, o que me fez começar a procurar formas de se fazer melhor. Comprei livros sobre o assunto e aproveitava ao máximo os treinamentos que as empresas por onde passei proporcionaram. Comecei a analisar tudo isto e tentar aplicar no meu próprio dia-a-dia. O que podia ser feito melhor? O que dava mais resultado? Hoje, devo ter mais de 700 livros sobre o tema, espalhados entre escritório e casa, tendo que pagar, do próprio bolso, geralmente em dólar ou euro, os cursos que me interessam. O que percebo, depois de tantos anos fazendo o que faço, é que sou inconformado com meu próprio trabalho, sempre achando que poderia fazê-lo melhor.

Pois é, acredito que faço o que faço pelas razões que acabei de expor. Creio que foi assim que surgiu a SaleSolution e meu caminho profissional. Obviamente, também faço o que faço pelo retorno financeiro. Gosto de trazer dinheiro para meus clientes tanto quanto gosto de ganhar dinheiro. Penso que com ele posso proporcionar uma vida melhor para a minha família, dar a eles o que não tive e possibilitar não um caminho mais fácil, mas condições melhores para que eles passem por suas próprias dificuldades.

Penso que escrevi demais neste post, ficou longo. Perdoem-me, mas precisava escrevê-lo, afinal de contas, levei metade da vida para conseguir pensar sobre tudo isto. Ou foram apenas alguns segundos, depois que a pergunta me foi feita? Não sei e, na verdade, não importa.

Convido você a fazer o mesmo, se já não o fez. Afinal de contas, o final de ano é propício para encontrarmos respostas importantes. Pode ajudá-lo a se entender melhor, assim como me ajudou.

Fica aqui meu abraço a todos os amigos e leitores do blog! A gente se vê de novo no ano que vem! Feliz 2011!

Renato Romeo

27 comentários:

  1. Sua história é incrível!
    O fato de não ter dinheiro não significa não ter acesso ao conhecimento e você prova isso neste blog.
    O seu sucesso vai muito além do aspecto financeiro, de poder mandar seus filhos para uma escola particular e poder dar-lhes todos os livros que precisam. O seu sucesso é de crescimento interior, por isso que apesar de ter conquistado muitas coisas, ainda cultiva a simplicidade e os pequenos detalhes da vida. Parabéns!

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  2. Obrigado Camila!
    Sempre acreditei que as conquistar materiais que o dinheiro pode proporcionar, devem ser resultado do que é feito com amor, e não o motivador principal.
    Abração e obrigado por suas palavras!
    Romeo

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  3. É Renato, parabéns pela sua história. Diria que as coincidências com a minha chegam a 80%. A grande diferença é que ainda não consegui montar (grande sonho) a minha consultoria.
    Espero um dia poder conhecê-lo pessoalmente para poder falar a respeito.
    Um feliz Natal e um excelente 2011 para você.

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  4. Caro Penarotti,

    Fica aqui o convite para você conhecer o meu escritório e tomar um espresso tirado na hora!

    Obrigado pelos comentários! Não tenho dúvida que logo logo você terá as mesmas preocupações de todo empresário que tem sua própria consultoria..rs...rs...rs

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  5. Grande história. Passo a admirá-lo mais após este seu breve relato. Agora fico curioso em ler seu livro. Parabéns. Forte abraço. Att. Alberto Petry. www.boeira.com

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  6. Caro Alberto,

    Muito obrigado! Pois mate a sua curiosidade..rs...rs...rs A forma mais simples de encontrá-lo é por meio dos websites das grandes livrarias. Muitas vezes, se for até elas, não vai encontrá-lo nas prateleiras.
    Abração e depois me conta o que achou!
    Renato Romeo

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  7. Renato Paschoalinoto16 de dezembro de 2010 19:11

    É difícil imaginá-lo tímido. Nos conhecemos na adolescência, quando você já era bem, digamos, expansivo.
    É até engraçado levar tanto tempo para conhecer sua história. Uma grande história.
    Sucesso para você!

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  8. Caro Paschoa,

    Se lembre da máscara do palhaço... Olha, te confesso que quando chego em casa, seja depois de uma palestra ou depois de alguns dias de treinamento, fico calado, no meu canto. Não consigo falar, nem socializar.

    Há mais ou menos um ano, estava num churrasco de amigos de minha esposa. A anfitriã chegou para ela e perguntou se eu estava me sentindo bem, de tão calado na minha. Minha esposa então respondeu: fica tranquila, ele esta adorando. Se não estivesse, já teria me pedido para ir embora...

    Paschoal, para mim, é uma honra perceber que você lê meu blog. Pessoal: o Paschoalinoto simplesmente era o cara mais inteligente e brilhante de nossa turma na Federal!

    Abração cara, saudades! Quando tiver outro encontro da turma, me avisa, por favor!

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  9. Meu grande amigo,
    Cada vez que ouço a sua história, ouço uma parte diferente. Parece que os meus ouvidos vão ficando mais aguçados. Como eu gosto de te conhecer, conhecer o seu pai (que nunca vi), conversar com você sobre a vida, sobre trabalho. Você é tão especial! Desejo tudo de bom e muito sucesso no que você faz pq vc faz muito bem isso aí!

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  10. Minha querida amiga Ivana,

    As vezes me lembro do Soren Loren, o amigo imaginário da Lola, irmã do Charlie, daquele desenho animado na TV, quando vejo notícias suas..rs...rs..rs

    Que bom te ver por aqui, que bom ler suas palavras. Você também é especial.

    Pessoal, a Ivana é amiga de décadas, e embora eu ache, ela não é imagínária não. É amiga real, realzinha da silva...

    Um lindo 2011 para você e toda família!

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  11. Maravilha Renato! Fico emocionado lendo sua bela história de vida! É das dificuldades que aparecem as grandes figuras que contribuem para a melhoria da nossa sociedade. Quem recebeu o caminho asfaltado, geralmente abusa da velocidade e acaba por ter problemas. Quero desejar muito "mais" sucesso e grandes realizações para você. Espero que continue indignado com o seu trabalho, só assim, acabaremos recebendo melhores treinamentos! Forte abraço.
    José Luis Soares

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  12. Caro Renato
    Estou iniciando a leitura seu livro.Confesso que, já nas primeiras paginas,tudo é muito diferente de tudo que li até hoje sobre vendas.Este livro será meu orientador profissional,a partir de agora.Parabéns pelo seu trabalho.

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  13. Renato,

    Bela história de vida, grandes lições. Certamente vou fazer esta reflexão também.
    Grande abraço.
    André Alves

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  14. Caros José, Gilmar e André,

    Muito obrigado por suas palavras! Gilmar, que bacana que você está achando o Vendas B2B um livro diferenciado! Depois que terminar de lê-lo, manda suas impressões!

    André, se você for o Alves que eu estou pensando, manda um abraço para todos de São Xico, diz para seus pais e seus irmãos que estamos todos com saudades do Hotel Fazenda Invernadinha!!!

    Abração!

    Renato Romeo

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  15. Renato, leio seus posts na rede, mas o lado pessoal é sempre mais interessante. É vida!
    Eu digo que além das trocas e ganhos o que nos move é a curiosidade pela vida!
    UM bom 2011
    Marcelo Thalenberg

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  16. Obrigado Marcelo,

    Pois digo que contar sobre a própria vida é difícil pacas... Enorme exercício...

    Abração e grande 2011 para você também!

    Renato Romeo

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  17. Renato,
    Parabéns pelo breve relato de sua bem sucedida história de vida.
    Não possuo em minha trajetória profissional (22 anos como profissional autonomo em vendas) nenhum registro em carteira, já fui de feirante à industrial e sempre me encontro de volta às vendas, e assim como você eu também faço o que faço pelo retorno financeiro.
    Mas sou apaixonado pelo contato com o cliente e pelo desafio da venda.
    Desejo um ótimo ano novo, repleto de realizações.

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  18. Renato
    Emocionante teu relato!
    Ainda mais nessa época de natal e ano-novo onde as emoções se afloram, amigos e parentes se reencontram, promessas são feitas.
    Tive a feliz oportunidade de conhecer e indicar a metodologia da Sale Solution, ajudando muita gente a entender o processo de "vendas complexas".
    Durante esses momentos conheci um consultor diferente de todos com quem tive contato profissional: você Renato.Extremamente inteligente, sem perder a humildade. Provocativo sem perder a paciência. Bem-humorado sem deixar um treinamento virar bagunça. Mas acima de tudo, como esse teu relato no blog prova, um ser-humano excepcional. Desejo um excelente 2011, cheio de paz, alegria e muita saúde.

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  19. Muito bacana sua resposta, e realmente é uma pergunta aparentemente simples, mas super complexa. Enfim um bom questionamento para nos fazer. Grande abraço, te admiro, e se vc fosse escolher o melhor livro do assunto, qual vc elencaria ???

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  20. Boa Tarde Renato,

    Bom ver mais um dos seus comentários. É um bom momento de leitura do pouco tempo que tenho... Ok, não é desculpa..prometo que vou comprar o seu livro!! (rsrs).

    Tenho feito algumas entrevistas de emprego o que sempre me faz trazer esta pergunta... Por que segui este rumo?

    Na hora que descrevo meu crescimento profissional para o entrevistador, lembro em cada passo os motivos da minha escolha pela engenharia, engenharia Mecânica, área comercial, bens de capital, Administração, Marketing, etc. Neste momento que reforço que fiz as decisões mais corretas para aqueles momentos.

    O Fato é que gosto muito de projetar, planejar, executar e ver o resultado de uma venda. Gosto de ver que o fruto de meu esforço traz para meus clientes uma satisfação sobre o produto/serviço prestado. Meu retorno é sobre os elogios e não só pelo salário. Obviamente que para isto precisamos ter boas empresas para trabalhar.

    Estou com 42 anos e com 22 de vendas. Tenho nesta fase pensar nos meus novos rumos. Tempo de reflexão e decisão.

    Nada melhor que uma virada de ano para se planejar.

    Aproveito para desejar a todos um excelente Natal e um ótimo 2011!!

    Abraço,

    Claudio Falcão.

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  21. Prezados Rodrigo, André, Vladimir e Cláudio,

    Muio obrigado por seus comentários!

    André, seus elogios me deixaram com uns 5 metros de altura... Um dia quero conhecer este Renato que você menciona..rs..rs..rs..rs Fiquei surpreso, pois é difícil saber o que as pessoas realmente pensam da gente.

    Vladimir, não sei se o livro que você pede indicação é sobre vendas, mas se for, advinha qual vai ser a minha resposta? ..rs...rs..rs

    A todos, um excelente 2011 para todos vocês e suas famílias!!!!!

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  22. Renato,

    Eu o acompanho desde o treinamento em 2000. Já faz bastante tempo. Você está entre as pessoas por quem tenho apreço e admiração.

    Adorei o seu relato e ele renova em mim a consciência do quão importante é termos sonhos, e traçarmos caminhos para a sua realização. Acho que é comum na nossa cultura pensarmos que pessoas bem sucedidas tiveram histórias de vida fáceis e confortáveis, mas isso não é verdade e a sua história de vida comprova que o que vale de verdade é nos permitirmos ter sonhos, desejos e expectativas, seguidos da determinação e atitude de transformá-los em realidade.

    Um grande abraço e um excelente 2011 para você e sua família.

    Luiza Prigenzi

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  23. Grande Renato,

    Fico imaginando você representando o mago Merlin... deve ter sido o máximo!!!! Imperdível!!! Fica devendo esta atuação no próximo treinamento... rs

    Parabéns pela sua trajetória de vida, que certamente também será um exemplo para seu filho Angelo. Sei muito bem o que você passou, pois sua história é extremamente parecida com a minha...

    Mario Covas dizia que: "Não me venham falar em adversidade. A vida me ensinou que, diante dela, só há três atitudes possíveis: enfrentar, combater e vencer..."

    Acredito muito nisto, pois nossa mente é infinita, e salvo adversidades maiores, somos 100% responsáveis pelo nosso futuro.

    Um grande abraço, feliz Natal e um excelente 2011 para você e sua família.

    Angelo Palocci

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  24. Olá Renato,

    Bela história, parabéns por sua postura e dedicação/perseverança desde pequeno.

    Sobre o tema "Por que você faz o que você faz, recomento o vídeo do Simon Sinek, onde ele coloca o conceito de "Começar pelo Porquê":

    http://www.youtube.com/watch?v=u4ZoJKF_VuA

    Para quem o inglês for barreira, fiz um vídeo inspirado nestes conceitos (muito menos abrangente que o do Simon), que está aqui:
    http://www.youtube.com/watch?v=6qJdzWeDPGE

    Grande Abraço,
    Luciano

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  25. Olá Romeo,

    Uma bela história de vida, dedicada ao estudo e à superação, comprovando, mais uma vez, que o único lugar onde o sucesso ocorre antes do trabalho é no dicionário"...

    Boas Festas e ótimo 2011 pra você e sua empresa/coluna/blog/etc.

    Sávio

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  26. Luiza, Angelo, Luciano e Sávio,

    Muito obrigado por seus comentários!
    Luiza, é bacana ver a palavra "acompanho", poxa são 10 anos... coisa séria que precisa ser retribuida a altura. Prometo me esmerar mais e mais...rs...rs..rs
    Angelo, nem eu acreditei que podia interpretar o Merlin. A dona da empresa me pegou e levou para uma loja de mágicas. Comprou alguns truques e eu tive que aprender um monte de coisa de sexta para sábado, quando era a festa. No início do showzinho, teve até aquela nuvem de fumaça de onde o mago - eu - saiu como que surgindo do nada.
    Luciano, vi o video em inglês e o cara é bom mesmo... Recomendo!
    Sávio, é muito bom ver que você está sempre por aqui! Pois é, 95% de transpiração, o resto podemos chamar de inspiração!
    Abração a todos e uma baita passagem de ano!
    Romeo

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  27. Luciano,
    Acabei de ver o seu vídeo, o segundo link que você recomenda. Cara, muito bacana a sua mensagem, gostei muito.
    Pessoal, recomendo a todos que vejam os dois links indicados acima pelo Luciano Palma!
    Abração!
    Romeo

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